HAK lamenta rescisão de contrato de profissionais de saúde

Germenino Ximenes - Saúde
Reportajen : Beatriz Belo
Editor : Equipa do CLJ
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Feliciano da Costa Araújo

Díli (timorpost.com) – A Associação dos Direitos Humanos e da Justiça (HAK, em indonésio) considera que o encerramento de vários centros de saúde é gerado pela falta de profissionalismo na tomada de decisão pela Ministra da Saúde, Élia dos Reis Amaral.

“O ministério não preparou condições ou mecanismos para evitar situações indesejáveis antes de tomar a decisão, por isso, a comunidade está privada do acesso à saúde, que é um dos seus direitos”, afirmou o diretor-executivo da HAK, Feliciano da Costa Araújo, esta terça-feira (24/01).

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Em causa estão os relatórios da monitorização feita pela Provedoria dos Direitos Humanos e da Justiça (PDHJ) de que mais de uma dezena de unidades de saúde foram encerradas na sequência da decisão do Ministério da Saúde (MS) de não estender os contratos dos profissionais, que terminaram a 31 de dezembro de 2023.

Ao rescindir os contratos do pessoal de saúde, avaliou o responsável da HAK, o MS está a acrescentar problemas ao setor da saúde.

“O pior é que [o ministério] ainda não conseguiu resolver a falta de stock de medicamentos e agora criou um novo problema para piorar a situação”, lamentou Feliciano da Costa.

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